“A Chave” – um livro de ficção científica.

Interessados por ficção científica e literatura, os alunos do 8.º ano, Leonardo Vassimon e Francisco Altimari, estão escrevendo o livro A Chave.

Em breve, neste blog, os autores publicarão uma resenha a respeito da obra. Àqueles que gostam do gênero, vale a pena ficar atentos às novidades que aparecerão neste espaço: além da resenha, quem sabe os autores também não disponibilizam, em primeira mão, parte do conteúdo para nós?

 Aguardemos!

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Harry Potter e as relíquias da morte – parte II

Resenha feita pelos alunos Rodrigo Zalcman e Thiago B. Garcia – 6° A.

A saga termina em mais uma busca pela horcruxes. Os comensais da morte, com ogros e dementadores, destroem Hogwarts, que conta com alunos, professores e um exército de pedras (apesar de não ter um papel muito significativo).

A descoberta de que Harry era uma espécie de horcruxes chocou muitos espectadores. O último filme da série também revela a memória de Snape e a grande paixão que o mesmo teve pela mãe de Harry Potter. Além disso, o filme também mostra que Snape estaria protegendo Harry o tempo todo.

Por fim, Harry e Você-Sabe-Quem travam uma emocionante batalha entre o bem e o mal, na qual Neville tem um importante papel matando Naguini (a última horcruxe), derrotando totalmente Voldemort.

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HQ de Carnaval

Tendo como inspiração a  semana do carnaval, os alunos da unidade II da Escola Carlitos criaram algumas HQs. Essa atividade foi desenvolvida nas aulas de produção de texto e através de conhecimentos adquiridos em aula.

 Confira:

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12 Homens e uma Sentença

12 Homens e uma Sentença

 

 

No dia 27 de fevereiro, os alunos da unidade II da Escola Carlitos assistiram à peça “12 Homens e uma Sentença”, no Teatro Imprensa. A ida ao espetáculo é parte do projeto de teatro desenvolvido pelos alunos do 7º ano na disciplina de Língua Portuguesa.

A peça demonstra o modo como é feito um julgamento nos Estados Unidos.

Um júri composto por doze homens de personalidades muito diferentes estava encarregado de resolver um caso de homicídio e decidir se o rapaz, que supostamente havia matado o próprio pai, deveria ser condenado à pena de morte ou se seria considerado inocente.

Todos os homens julgavam o garoto culpado, com exceção de um deles, que o julgava inocente e que fazia o possível para que todos os outros vissem o outro lado da história, mostrando que a situação não era tão simples de se resolver. 

A dúvida e o preconceito são alguns dos temas abordados na peça, assim como a reflexão e a mudança de opinião. A decisão a ser tomada é: o rapaz é culpado ou inocente? Como seria se um inocente fosse condenado à cadeira elétrica? Ou o contrário: e se o rapaz fosse culpado e eles o deixassem livre?

Percebemos uma linguagem coloquial ao longo da peça, é um diálogo fácil e divertido que não foge também da seriedade de um julgamento.

Achamos que a peça nos ensinou a pensar duas vezes antes de tomar qualquer decisão, e que é necessário analisar as circunstâncias. A maneira que os homens debatiam e defendiam suas opiniões fazia com que as pessoas que assistiam ao espetáculo tivessem vontade de entrar na história.

Logo após a peça, debatemos com os atores a questão do preconceito e a questão de que as pessoas sempre acham que elas mesmas estão certas e que ninguém mais está. E então concluímos que o que falta no mundo de hoje é escutar o outro, dar sua opinião e não se esquecer de que cada um tem a sua própria verdade.

 

Texto de Luíza Rezende Cunha e Marina Gaido Cortopassi (7º ano, Unidade II)

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Minha Chegada à Unidade II

Os alunos do 6° ano da Escola Carlitos da Unidade II deram seus depoimentos acerca de sua chegada à unidade, e suas impressões sobre os primeiros dias de aula:

 

Paulo Hirata, 6ºB

Minha chegada à unidade II foi um pouco complicada, pois o modo de organização que existe aqui  é muito diferente do modo de organização da outra unidade. Às vezes, é possível confundir os horários das aulas ou os cadernos.

Gostei dos cinco minutos entre as aulas, pois é possível tirar dúvidas com os professores ou sair da sala para ir ao banheiro e beber água.

Na primeira unidade, éramos os maiores, porém, aqui, temos que tomar cuidado, pois somos os menores. Acredito que isso seja importante na hora do respeito.

 

 

Ana Bronstein, 6ºA

Desde pequena escuto muita gente dizer que a unidade II é demais. Mas não me diziam que daria esta trabalheira toda para a gente se organizar! Agora tenho 11 professores e antes tinha menos.

Os professores são muito mais bravos e rígidos. Há aqui professores de vários tipos: uns que gritam, outros que mandam lição de casa todo dia; há uns que são bravos, mas legais; outros, bravos e engraçados; há também os que são doces e os que são azedos. Ah, e claro, temos professores que brigam e passam muita lição, mas ensinam muito bem.

Nós, na unidade I, não tínhamos armários, guardávamos nossos cadernos em gavetas. Nós não comprávamos nosso lanche e sempre comíamos na sala de aula. Na hora do pátio, nós sempre caíamos, nos machucávamos, e aqui não.

A Carlitos é a escola em que estudo desde pequena, então foi muito diferente vir para cá. Apesar disso, estou adorando a unidade II.

Alunos do 6°ano A dentro da sala de aula.

 

Gabriela Fioranelli, 6ºB

No primeiro dia de aula, estava super empolgada para as aulas começarem. Estava com um pouco de medo, pois era uma coisa muito nova para mim. Me sentia mais velha, ficava, no horário do pátio e do lanche, com os mais velhos, pois estava no Ensino Fundamental 2. Me sentia livre!

Já me acostumei bem, mas ainda me sinto confusa para me organizar.

Na unidade II, você se torna maduro, independente e começa realmente a cuidar da sua vida, a ter responsabilidade em seus deveres.

 

Lucas Godinho, 6ºB

Vim de outro colégio, o Pentágono.

Não conhecia a unidade II, mas no primeiro dia em que entrei na Carlitos, já comecei a gostar daqui. Na primeira semana eu achei que seria fácil. Depois de um tempo, vi que as coisas são muito diferentes. Achei difícil, pois há muitos cadernos. No meu colégio antigo a gente usava o mesmo caderno para as três subdivisões da matéria de Língua Portuguesa. Aqui não, há um caderno para Diário de Leitura, outro para Produção de texto e outro para Gramática. Isso tudo me confundiu.

Em compensação, tirando a minha confusão com os cadernos, no resto, a Carlitos inteira é muito legal!

 

Turma do 6° ano B

Olívia Poma, 6ºB

No 1º dia de aula, eu achei que a unidade II seria muito mais difícil do que está sendo. Achei que me sentiria pequena, a menor de todos. Mas o tempo foi passando e tudo ficando cada vez mais legal: vários professores, cantina, novos amigos e novos livros.

Quando cheguei aqui, tive dificuldade para encontrar a sala de aula, a cantina e os banheiros. Agora, já me adaptei melhor. Adorei meus novos amigos e professores. Minha sala é demais e eu ainda me sento ao lado da janela.

Todo dia quando chego à escola, é uma bagunça no armário! Deixo minha mochila no chão, abro meu armário, pego meus cadernos e vou correndo para a sala. Lá, arrumo meu material e espero a 1ª aula começar. O dia passa rápido e chega a hora de ir embora. Ainda tenho dúvida se é a hora mais legal ou mais chata do meu dia.

Apresentação de Street Dance no primeiro dia de aula.

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Mitestalogia

         

              

A nossa turma do 6º ano elaborou jogos como produto final do estudo sobre mitologia grega. A proposta era a de criarmos um jogo que envolvesse a maior quantidade de aspectos possíveis sobre mitologia, ou seja, tínhamos que usar nossos conhecimentos do assunto para produzir um jogo que impressionasse e divertisse os outros colegas.

 

A parte mais legal do projeto foi a de podermos usar nossa imaginação à vontade, e inventar situações novas, diferentemente de um trabalho mensal, no qual temos que seguir uma série de regras.

 

Resultado: a criatividade foi forte e os jogos ficaram geniais! Basicamente, respondemos a perguntas sobre deuses e suas especificidades. Jogamos todos os jogos e assim conseguimos descobrir as ideias dos outros grupos e avaliar a nossa também.

Valeu a pena!

Marina Gaido Cortopassi, do 6º ano.

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9° ano, Bonito e Sucuris.

A turma quase toda antes do rafting.

Em 2010, o 9° ano da Escola Carlitos teve como destino Bonito e o Complexo do Pantanal. A viagem foi realizada no final do mês de setembro e se estendeu até o começo de outubro. Os alunos foram acompanhados pelo professor de inglês Fábio e a de ciências Débora. Também se juntaram a estes os guias da Terra Nativa Gneco, Rosca e Edinho.

O primeiro destino foi Bonito. No planejamento, deveríamos ter visitado a Gruta do Lago Azul logo no primeiro dia, entretanto estava chovendo, o que tornava a descida perigosa. Assim, optamos por fazer o rafting e deixar a visita para o último dia. Apesar do tempo nublado, o rafting foi muito interessante. A turma foi dividida em três grupos e descemos o rio e cachoeiras.

Grupo de alunos se prepara para a flutuação.

Além de visitarmos cachoeiras e trilhas, fizemos uma flutuação no rio da Prata. Eu fazia parte do primeiro grupo e, além de vermos diversos peixes, vimos sete sucuris, ao contrário dos outros que viram apenas uma. O professor de inglês se apavorou ao ver a primeira, o que gerou belas gargalhadas.

No Pantanal fizemos diversos safáris, em que pudemos ver muitos animais selvagens. Foram experiências inesquecíveis.

Para mais fotos acesse aqui.

Reportagem escrita pelo aluno André Houang, do 9° ano.

Vídeo cedido pelo aluno André Rodarte, do 9° ano.

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Gol de Placa

Carlitos na Grande Área foi o mais recente projeto interativo entre Escola Carlitos e Museu do Futebol.

Visitas monitoradas ao Museu do Futebol

Todas as terças de 17 de agosto até 30 de setembro, alguns alunos do 5° ao 8° ano foram aprender um pouco mais sobre futebol. O projeto consistia em idas ao Museu do Futebol junto com os educadores e visitas destes à nossa escola.

Os alunos que começaram sem saber “absolutamente nada sobre futebol”, como retratou no início Gabriel do 5° ano, saíram com uma ótima idéia sobre o que é futebol. Todos saíram sabendo contar um pouco sobre cada sala do Museu: desde os primórdios do futebol até a globalização da bola.

Mas é claro que esse conhecimento não passaria em branco. Como finalização do projeto, as crianças participantes foram convidadas a serem “educadoras” para os visitantes no próprio Museu, no dia 12 de outubro.

Alunos da Carlitos que participaram do projeto

Infelizmente, nessa data nós não tivemos um grande número de alunos devido a problemas particulares, mas Ana Luiza do 6º ano, a única presente, acha “que o projeto foi um total sucesso” e que “a ideia foi muito construtiva”.

Apesar do pouco número de pessoas no dia principal da visita, Carlitos na Grande Área foi realmente um gol de placa. Tanto para o Museu do Futebol, quanto para a Escola Carlitos.

Fica a dica para quem ainda não o visitou.

Esta reportagem foi escrita pelo aluno Gustavo Altman do nosso 6° ano. Gustavo é o autor do blog futebolístico:

www.redondafutebol.blogspot.com

 

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5° anos na Unidade II

Nos dias 5 e 7 de outubro (terça e quinta-feira) tivemos o prazer de receber a visita dos alunos dos 5° anos da unidade I.

A visita foi pensada para que os alunos pudessem conhecer o espaço, a rotina, os profissionais e os alunos da unidade II, onde poderão estudar no ano que vem.

Para melhor recebê-los, algumas atividades foram preparadas. Entre elas, a Olimpíada de Matemática, realizada pelo Prof° Ricardo Chiavassa e uma atividade de HQ promovida aqui na BCDI. Nesta última, os alunos em grupo deveriam finalizar uma HQ do Gaturro.

Tivemos  resultados muito bons. Abaixo estão alguns deles.

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Retalhos na BCDI

Uma das novas aquisições da BCDI foi a premiadíssima HQ Retalhos, de Craig Thompsoncapa edição brasileira.

De início, pode parecer se tratar de mais uma história de um adolescente em embate com o mundo que lhe foi imposto e a posterior maturidade que ganha desse processo – aquela velha história que conhecemos.

Mas, para alegria dos leitores, Craig deixa de lado muitos desses lugares comuns de juventude, amor, desilusão, maturidade, etc.

No lugar, encontramos uma personagem viva e de opinião singular sobre as coisas. Um observador calmo, solitário e sensível, que tem sua vida atravessada – como tantas outras – pela culpa, verdades impostas, punições, religião, vida escolar, família, etc. Tendo de lidar com tudo isso, a personagem se desenvolve sem conclusões absolutas e manjadas. Vale muito a pena ler!

Rascunho (atenção para a citação)

Outro elemento que chama bastante a atenção é o modo como as coisas são expressas pelos desenhos. Vão aí alguns bons exemplos de recursos usados pelo autor(abaixo), além de um fac-símile dos primeiros rascunhos(acima).

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